17 de novembro de 2011

Pé de chinelo.












Pé de chinelo!!!!!!

Na minha infância quando alguém era chamado de Pé de chinelo... o mundo caia, emborcava de vez, era pior que ser chamado de Mijão, de cabeça de Bagre... Pé de chinelo era o fim.E hoje o que vejo é um povo Pé de chinelo, o Brasileiro é um Pé de Chinelo, um povo sem raça, abandonado por DEUS, pelos bêbados intelectuais que na sua grande maioria morreram de cirrose hepática e os poucos restantes sofrem de alguma doença mental...tipo bipolaridade, falta de caráter total disfarçada de loucura.Aqui vai um exemplo bem escrito de toda esta situação atual do país.Olha que texto elucidativo.

quinta-feira, 8 de março de 2012Ocupação Dandara garante: vai resistir a tentativas de reintegraçãoOcupação já reúne 1050 famílias em um terreno de 31,5 hectares, abandonado desde a década de 1970 | Foto: Ocupação Dandara
Vivian VirissimoEm homenagem à guerreira negra esposa de Zumbi dos Palmares, a ocupação Dandara, localizada em Belo Horizonte (MG), já reúne mil e cinquenta famílias de sem-teto e se organiza para resistir a uma possível ação de reintegração de posse. Inspirados na história da companheira de Zumbi, que preferiu tirar sua própria vida a voltar à condição de escrava, os moradores ocuparam há três anos um terreno de 31,5 hectares abandonado desde a década de 1970.“Não arredaremos o pé nem um milímetro. Se a tropa de choque entrar em Dandara vai ser um massacre na certa. Diferente de Pinheirinho, Dandara é um terço do território, metade de famílias, e a comunidade está muito bem organizada, além de termos uma grande rede de apoio”, falou uma das lideranças da ocupação, frei Gilvander Moreira, da Comissão Pastoral da Terra (CPT).Outra liderança da ocupação, Rosimar Ione dos Santos Silva contou como soube da ocupação e o perfil dos moradores. “Fiquei sabendo da ocupação pelo noticiário da Rede Record e vi uma oportunidade de criar minhas filhas. Até então eu morava de favor na casa do meu pai”. O perfil de Rosimar é o da maioria dos moradores de Dandara: mulheres que lutam por moradia para seus filhos. “As mulheres tomaram a decisão de ocupar o espaço e os maridos ficaram para trás, só depois vieram para acompanhar a família”, contou.“O perfil dos moradores é de quem realmente necessita, que luta pela moradia e que não vai desistir jamais. Essa é a minha primeira ocupação de muitas que virão. Eu não estou só para lutar pela minha moradia, também vou lutar pela moradia do próximo. Estaremos sempre juntos de mãos dadas, abraçados e lado a lado nessa causa”, falou Rosimar.Os moradores de Dandara reivindicam a desapropriação da área para fins de moradia, mas até agora os poderes públicos federal, estadual e municipal não ofereceram uma solução articulada para resolver o impasse. Pleiteada pela construtora Modelo, a Justiça estadual determinou a reintegração de posse em outubro último, mas a decisão foi suspensa e uma audiência de conciliação está marcada para o dia 3 abril. Ao recolher o mandato de reintegração, a Justiça acolheu uma ação civil pública da Defensoria Pública de Minas Gerais em favor dos moradores.
Reintegração de posse está suspensa após ação civil pública da Defensoria Pública de MG; audiência de conciliação está marcada para abril | Foto: Ocupação DandaraLocalizada no Bairro Céu Azul, região da Nova Pampulha, Dandara começou com 150 famílias em 9 de abril de 2009 e já conta com mil e cinquenta famílias cadastradas o que equivale a cerca de 3 mil moradores. São 887 lotes, cada um com 128 metros quadrados, com 800 casas de alvenaria construídas ou em construção e cerca de 100 barracos.O número de famílias é maior do que o número de casas em função de mais de uma família compartilhar uma moradia. Em alguns casos, é possível encontrar dez ou até quinze pessoas dividindo a mesma casa. Na fila de espera, já estão mais de duas mil famílias. Para ter acesso a água e energia os moradores fazem “gatos” e o local não tem saneamento básico. Dandara conta com uma avenida com 35 metros de largura e ruas que foram nomeadas pelos próprios moradores: Chico Mendes, Nelson Coutinho, dos Sem Terra, da Diarista, Zumbi dos Palmares, dos iraquianos, Zilda Arns, entre outros. Um plano urbanístico foi elaborado pela PUC/Minas e UFMG para tentar atender as necessidades da comunidade.
"Esperamos que Antonio Anastasia (PSDB) não cometa a insanidade que cometeu São Paulo (em Pinheirinho)", afirma frei Gilvander | Foto: Arquivo PessoalA ação foi realizada pelo Fórum de Moradia do Barreiro, Brigadas Populares e MST e fez parte do Abril Vermelho, data em que se reforçam as lutas sociais pela função social da propriedade. A ocupação rururbana inaugurou em Minas Gerais a aliança entre os atores da Reforma Agrária e da Reforma Urbana. “A proposta inicial era ser um assentamento rururbano, mas o MST saiu institucionalmente após o primeiro ano, não por divergência ou brigas internas, mas porque não tiveram militantes suficientes e porque foram apoiar outras ocupações. Mas mesmo com a saída institucional, o MST continua apoiando Dandara”, contou o frei Gilvander. Por ter sido planejado como um assentamento rururbano, muitas famílias mantém hortas principalmente para consumo próprio. Dandara conta hoje com mais de 250 quintais, além do projeto de uma horta comunitária de 45 metros quadrados que irá complementar a renda dos morardores.O déficit habitacional em BH é estimado em 70 mil famílias sem moradia e esse número chega a 1 milhão em todo o estado de Minas. De acordo com o IBGE existem pelo menos 80.000 imóveis ociosos em BH que não cumprem a função social da propriedade e o terreno de Dandara se juntava a esse quadro fortalecendo a especulação imobiliária. Um levantamento feito pela Coordenação de Prevenção e Mediação de Conflitos Fundiários da Secretaria Nacional de Habitação afirma que existem 14 ocupações em Minas.Reintegração ou desapropriação aguardam parecer da JustiçaA determinação de despejo das cerca de 3 mil pessoas que moram na área foi expedida em outubro de 2011 em resposta à ação de reintegração de posse da construtora Modelo. Os advogados de Dandara conquistaram a suspensão e revogação do mandado de segurança. Agora, uma audiência de conciliação está marcada para 3 de abril para definir a situação da ocupação Dandara.O imbróglio jurídico começou quando a construtora Modelo fez um contrato em 1997 com os herdeiros da área com a promessa de construir prédios com a condição de repassar os apartamentos prontos para os proprietários. Só que a construção nunca foi iniciada e agora a construtora Modelo alega na Justiça a propriedade da terra. “Há a suspeita de que tenha ocorrido grilagem do terreno. Nós apuramos que a documentação apresentada pela construtora Modelo possui uma série de irregularidades e não está registrada em cartório de BH, mas em outras duas cidades da região, o que é ilegal do ponto de vista do Código Civil”, disse o Frei Gilvander. De acordo com ele, o terreno tem uma dívida de R$ 2 milhões e 200 mil em IPTU.Além disso, o processo corria em duas varas diferentes, na cível e na fazenda pública. Um dos processos determinou a continuidade da comunidade na ocupação e outro mandou despejar. “Agora ganhamos a conexão dos dois processos. A construtora Modelo não tem posse, o registro é ilegal e não cumpria a função social. O problema é que o tribunal de Minas é muito conservador e a regra é privilegiar a propriedade e não os direitos sociais. Temos o risco de perder, mas se isso acontecer, vamos recorrer”, avalia o Frei.
Moradores da Ocupação Dandara se mobilizam para evitar ação semelhante à desapropriação ocorrida em Pinheirinho, no interior de SP | Foto: Ocupação DandaraDandara é o novo Pinheirinho?Depois do grande conflito urbano registrado em Pinheiro, todos os movimentos populares que lutam pelo direito à moradia estão atentos as movimentações políticas e jurídicas e se questionando se outras ocupações poderão ter o mesmo desfecho de São José dos Campos. “Esta pergunta está no ar. O governo Geraldo Alckimin (PSDB) autorizou dois mil policiais a fazer aquela barbárie em São Paulo e tinha um tribunal conservador apoiando. Esperamos que Antonio Anastasia (PSDB) não cometa a insanidade que cometeu São Paulo e que o TJ, mesmo sendo conservador, não tome uma decisão como essa”, comentou Gilvander.Na ocupação em 2009 a polícia reprimiu fortemente os movimentos sociais. Na ocasião, mais de 150 homens da tropa de choque da polícia tentaram despejar as famílias sem liminar de reintegração de posse, usando bombas, gás de pimenta e tiros de borracha. Agora, porém, a polícia está adotando outra postura. “Nos dois primeiros anos foi uma perseguição muito grande, a polícia fazia 24 horas de vigilância e proibia a entrada de moradores com material de construção. Agora a polícia está sendo mais compreensiva”, relatou.Ele contou que já teve um conversa de 25 minutos com a presidenta Dilma Rousseff e que ela teria confirmado a liberação de recursos para enquandrar Dandara tanto em projetos como Minha Casa, Minha Vida quanto no PAC das Favelas. “A presidenta Dilma falou que Dandara já é um bairro e que não se pode derrubar as casas e que a regularização será feita com a condição de que o terreno seja desapropriado pelo prefeito Marcio Lacerda (PSB) ou pelo governador Antonio Anastasia (PSDB). Infelizmente, ambos continuam truculentos, não aceitam dialogar, lavam as mãos e alegam que o terreno é muito caro”, acrescentou.Três imobiliárias fizeram um levantamento e estimaram que a área está avaliada em R$80 milhões. Gilvander ressaltou que a lei de desapropriação prevê o pagamento de 60% do valor de mercado e que a construtora tem a dívida de R$ 2,2 mi em IPTU. “Além disso, a documentação da construtora Modelo apresenta irregularidades e não possui a posse do terreno. Sem a posse legal da construtora, as 1500 famílias são consideradas posseiros e têm direito a indenização de 50% do valor final negociado”, complementou Gilvander.Rede de apoiadores internacionais e locaisA ocupação urbana tem reconhecimento nacional e internacional em função da campanha de solidariedade “Mexeu com Dandara, Mexeu Comigo” que está sendo organizada pelas Brigadas Populares. Em novembro, os ativistas do Occupy Wall Street encaminharam uma carta de solidariedade aos movimento. “Sabemos que a Ocupação Dandara é, assim como o nosso movimento aqui em Occupy Wall Street, fruto da ousadia daqueles e daquelas que decidiram dizer NÃO à especulação imobiliária, à injustiça social, ao desrespeito aos direitos fundamentais e, sobretudo, a um sistema que privilegia o capital em detrimento do humano”.Eles ressaltaram a resistência da ocupação e também a auto-organização da comunidade como fatores cruciais para consolidar o movimento. “E, assim como nós, a Ocupação Dandara resiste: resiste à ganância do capital imobiliário, à violência policial, à injustiça das decisões proferidas pelo Judiciário, à indisposição do governo local a estabelecer qualquer diálogo e à anti-propaganda feita pela mídia local”, escreveram.Os moradores de Belo Horizonte também registraram um ato importante em apoio a Dandara. Desde a notícia do mandado de despejo no processo de reintegração de posse, Dandara tem recebido grande número de visitantes diariamente. No dia 16 de outubro, em torno de toda a comunidade de 330 mil metros quadrados cerca de 3 mil pessoas, de mãos dadas, fizeram ato em repúdio a decisão que decretou o despejo.
Isabella: "Poder público trata pessoas como invasores e invasores como criminosos, indignos de qualquer direito, como se não fossem cidadãos integrais" | Foto: André Carvalho/Sul21Uma das apoiadoras, a estudante de Ciências Sociais, Isabella Gonçalvez Miranda, ressaltou que todo esse envolvimento da sociedade faz uma diferença enorme para a ocupação pois aumenta o custo político da remoção e da violência contra os moradores. “É muito comum o poder público tratar essas pessoas como invasores e tratar invasores como criminosos, portanto, indignos de qualquer direito, indignos de qualquer tratamento. Então é mais que óbvio, que eles não consideram essas pessoas humanos integrais, cidadãos integrais. Mas o que se tem notícia é que realmente é um massacre anunciado. A população de Dandara fala que não sai de lá de jeito nenhum, só sai morta”, destacou Isabella.Ela é do Pólos de Cidadania, um programa de pesquisa e extensão temática do direito à cidade da UFMG e trabalha junto as Brigadas Populares. “Esses movimentos que tem essa proposta de fazer valer a função social da propriedade e muito além, é prover moradia digna em bom espaço, boa localização, com boa infraestrutura e tudo que for preciso para realização dos direitos das pessoas”, disse.
Publicado no Sul 21

8 de junho de 2011

Spogliando il Mondo: Sede da Agapan é destruída na Semana do Meio Ambie...

A onde anda o prefeito Fortunati??????


Spogliando il Mondo: Sede da Agapan é destruída na Semana do Meio Ambie...: "Uma história muito mal contada. Eis que, nesta segunda-feira (06), logo após o Dia Mundial do Meio Ambiente, integrantes da Associação Gaúc..."

3 de junho de 2011

Porto Alegre, cidade na U.T.I. para 2014.



A cidade de Grand Rapids, nos EUA, foi criticada pela Newsweek, que a definiu como moribunda.Os habitantes se juntaram e fizeram este clipe em defesa do lugar onde vivem. Cinco mil pessoas participaram. O movimento de câmera é brilhante, a música, linda, e a ideia, genial. Junta-se ao "mamaço de SP" como mais uma prova de que a web é, sim espaço democrático e igualitário.
Os governantes Brasileiros , sejam eles em nível Federal, Estadual ou Municipal, estão se esforçando para ver quem consegue ser pior para o país, pior para a nação Brasileira , povo que a cada minuto perde mais seus direitos humanos.
Todos eles se uniram contra seu povo, seu próprio povo, gente que rala dia após dia em busca de um trabalho, moradia, alimentação, segurança, saúde, tudo aquilo que nos foi dito em campanha que teríamos direito, mas na verdade estes direitos só existem em época de campanha. O "Fortunati" prefeito em Porto Alegre, este sim esta se superando em termos de desumanidade, o cara entrou como vice, abriu as assas e agora esta se achando a cima do bem e do mal. Botou as garras de fora e resolveu: pobre que esteja no caminho das obras da Copa de 2014, vai ser despejado de sua própria casa e deixado ao relento, coisa que a aqui no sul , em pleno inverno, na indigência... qual quer um morre, Maquiavel é burro perto dele,ele mata de forma limpa, sem armas, sem milicia, sem gastos, pra que, ? Se as armas mais baratas de guerra são a fome e a miséria.
Vai aí o exemplo do vídeo a cima.


COPA 2014, OLIMPÍADAS 2016 E MEGAPROJETOS – REMOÇÕES EM

CURSO NO BRASIL

Este documento traz informações e denúncias que chegaram até a Relatoria da ONU

para o Direito à Moradia Adequada através de organizações da sociedade civil e

movimentos sociais, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas, além de informações

divulgadas na mídia impressa e eletrônica, com relação à violação de direitos no

contexto da preparação do Brasil para a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

As denúncias partem de diversas partes do país e referem-se a remoções realizadas em

função da execução de obras ligadas à Copa, em quase todas as cidades-sede, e no Rio

de Janeiro, em função também das Olimpíadas, e também à execução de megaprojetos

de desenvolvimento urbano, caso de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

parte, os relatos dizem respeito à falta de transparência nas ações

Em sua maior parte, os relatos dizem respeito à falta de transparência nas ações

promovidas pelo poder público, à não discussão prévia dos projetos e das remoções

necessárias, à ausência de diálogo e de negociação sobre as alternativas às remoções,

a avisos de remoções emitidos com pouquíssima antecedência, à realização de despejos

de forma violenta e ao baixo valor das indenizações e dos valores de bolsa-aluguel

pagos, que podem implicar na inadequação das soluções habitacionais das pessoas

atingidas e, inclusive, no aumento de famílias sem teto ou moradoras em áreas de risco

no país.

O ALEGRE

Como em outras cidades, a falta de informações oficiais a respeito dos planos e projetos

PORTO ALEGRE

Como em outras cidades, a falta de informações oficiais a respeito dos planos e projetos mo falta de informações oficiais a respeito dos planos e projetos

para a Copa de 2014 está refletida nos diversos dados desencontrados acerca do número

de famílias que serão removidas. Enquanto meios de comunicação estimam que pelo

menos 4500 famílias37 sejam retiradas de suas casas, entidades da sociedade civil

acreditam que esse número pode chegar a 10 mil famílias removidas em Porto Alegre e

Canoas38.

Tais remoções seriam em decorrência das obras de ampliação do Aeroporto Salgado

Filho, da duplicação da Avenida Tronco39 e de outras intervenções relacionadas à

mobilidade, que atingirão muitas comunidades da cidade40. Diversas preocupações

foram relatadas em Audiência Pública promovida pelo Ministério Público Federal em

parceria com Ministério Público Estadual41, como a falta de informações acerca dos

locais onde e famílias serão reassentadas e as condições precárias das habitações

provisórias (casas de passagem) que têm abrigado diversas famílias42.

Contatos

Cláudia Favaro (MST) clau.arqt@gmail.com / (51) 9666-9274

Sérgio Baierle (ONG Cidade) – baierle@gmail.com / (51) 9331-5235



31 de maio de 2011

Visagismo



Visagismo !!!

Quando você começa a se perguntar de que forma vai encarar as póximas primaveras...verá que no quesito imagem pessoal as imagens se confundem, ou pior... se complicam, pois envelhecer com jovialidade, aparência saudável, pele fresca, olhos vivos, cabelos brilhantes e fartos,é um sonho ou um pesadelo...isso tudo sem falar que ao abrir as portas e gavetas dos armários e guarda roupas o que encontramos... sempre o passado, o presente é uma temeridade e o futuro parece eternamente uma incerteza, modismos a parte, o importante é você ter seu próprio estilo, criar uma imagem única que expresse quem você é realmente.
Então para acabar com suas dúvidas e preocupações, saiba como resolver algumas das questões que mais afligem os seres humanos...a aparência, o estilo de acordo com nossa personalidade...enfim um estilo individual e marcante. Se você curte se cuidar e cuidar de quem ama... Visagismo é a solução - arte_visagismo_rosto_estetica_cabeloO visagismo é um termo que deriva do francês visage, que traduzido significa “para o rosto”. Essa técnica consiste em aplicar fundamentos da beleza para criar uma imagem pessoal adequada à personalidade do indivíduo, analisando os componentes do seu rosto.
A técnica do visagismo oferece uma direção aos profissionais da área da beleza (cabeleireiros, maquiadores, esteticistas, estilistas), indicando todas as possibilidades de correções adaptáveis ao cliente, ou seja, pela geometria é possível obter a melhor solução em cores, colorações e até mesmo na maquiagem. A filosofia do visagismo baseia-se em acentuar o que é belo e disfarçar o que não é.

Alguns focos do visagismo que devem adaptar-se a uma avaliação do cliente:

• Tipo físico
• Tipo cromático
• Formato do rosto
• Estrutura do fio de cabelo (e suas possibilidades)
• Testar cortes e cores em modelos
• Experiência comprovada dos assessores (auxiliares)

A importância do visagismo na escolha do penteado

O visagismo pode contribuir para um penteado ideal, de acordo com o tipo de rosto, dando equilíbrio e harmonia às formas de cada perfil. Na análise do perfil é levado em conta o estilo e personalidade do cliente.

Dicas sobre visagismo

Avaliação do formato do rosto visualizando o excesso. Para uma melhor análise divida o rosto em três camadas:

• Nascente do cabelo até a sobrancelha.
• Da linha da sobrancelha até a ponta do nariz.
• Da ponta do nariz até a ponta do queixo.

Um rosto simetricamente perfeito possui em cada camada aproximadamente 7,5cm. Fora desse padrão, sugere-se um penteado personalizado para cada tipo de rosto.

Indicação de leitura sobre visagismo
Livro: Visagismo
Autor: Philip Hallawell
Editora: Senac São Paulo